Marcette’s Weblog


Cadê o verão
fevereiro 15, 2008, 8:08 pm
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Novamente o Bruno Medina me faz pensar. Brunão escreveu um post procurando a musa deste verão, que ele mesmo indicou carecer de identidade. Ai começou a “viajar”, falando do tempo em que a Luciana Vendramini foi a musa da praia, e por ai vai.

Acabei me lembrando que a revistinha dominical do Jornal do Brasil tem o hábito de indicar musas, das quais nunca as vi em outro periódico de entretenimento.

E realmente não há musas neste verão. Afinal, quem aguenta a Viviane Araújo, Grazi Massafera, a Juliana Paes, a Aline Moraes… são belas mas estão toda semana em alguma revista, ou em um comercial de tintura pra cabelo, arf!

Como mulher, reconheço quando vejo mulheres bonitas, que inclusive caracterizam o nosso Rio de Janeiro. Mas na cidade conhecida por tais atributos, não existe mais ninguém? As musas vão chegar a terceira idade sendo musas, sem abrir espaços as novidades? Queremos rosto novo, ué.

Quanto à música do verão 2008 temos que reconhecer que existe e o hit é uma provocação, seguida de uma exclamação em cinco velocidades. Quem não conheçe o chatíssimo (na minha opinião, claro) Créu. Que o cantor faça bastante show e ganhe seu dinheirinho, mas que ela já cansou os meus ouvidos…

Sou mais versão do Créu feita pelo Maurício Ricardo do http://www.charges.com.br

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Pobre Dicionário
janeiro 24, 2008, 3:42 pm
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o problema do Brasil é a educação…

Christovam Buarque

Nesta semana, o Canal Brasil exibiu o clássico filme `Jango`, de Silvio Tendler. Nele, percebe-se que as forças progressistas defendiam o voto do analfabeto, mas não a  erradicação do analfabetismo. O voto do analfabeto era parte das reformas de base; as outras diziam respeito à propriedade dos meios de produção e à intervenção do Estado na economia. São poucas as referências a transformações sociais diretas: saúde, moradia, água e saneamento, transporte público, educação. A falha não era de Jango, mas da visão importada pela esquerda brasileira, segundo a qual o progresso era efeito direto da economia, e a emancipação do povo e o atendimento das necessidades dos pobres eram conseqüência do crescimento econômico.

Até Lula chegar ao poder, as reformas defendidas pela esquerda eram as mesmas: controlar o sistema financeiro, opor-se a todo tipo de privatização e ampliar a intervenção do Estado na economia, combater o FMI e o Plano Real, distribuir terra, mesmo que produtiva, e defender o fim de programas como a Bolsa-Escola, chamados de política
compensatória.

Mas quando assumiu o governo, a esquerda deu uma guinada: adotou integralmente a política econômica do governo Fernando Henrique e desvirtuou a Bolsa-Escola,  transformado-a em programa puramente assistencial, com o nome de Bolsa Família . O discurso tornou-se conservador, e passou a defender políticas compensatórias como
carro-chefe e símbolo do discurso progressista. Trocou revolução por generosidade.

Abandonou as bandeiras anteriores e não adotou novas. Continuou sem perceber que a verdadeira revolução possível e necessária está na garantia de acesso de todos à escola de máxima qualidade. A revolução não está mais em garantir ao operário a propriedade do capital do patrão, mas sim em assegurar que o filho do operário estude na mesma
escola que o filho do patrão.

Além de estar presa ao discurso economicista, nossa esquerda considera esse sonho utópico, impossível. Ela prefere os pequenos gestos políticos e econômicos às decisões fortes, com impacto direto na realidade social. Nos anos 60, garantir voto ao analfabeto era um ato politicamente progressista; mas a erradicação do analfabetismo seria
um gesto socialmente emancipador. Hoje, em vez de escola com qualidade para todos, uma política transformadora e emancipadora, prefere-se a política da generosidade, enquanto o crescimento econômico não chega a todos.

A esquerda já foi abolicionista, desenvolvimentista, socialista, comunista, reformista, nacionalista e internacionalista, mas nunca se assumiu educacionista, como venho propondo. Jamais viu a educação como vetor da transformação social. Palavras como educacionismo e educacionista nem sequer constam dos dicionários.

A realidade socioeconômica de hoje exige a adoção destes termos: educacionismo, para definir o progresso e a transformação social com base em uma revolução na educação que assegure a máxima qualidade, para todos; e educacionista, para definir aqueles que defendem a necessidade de uma revolução social pelo educacionismo. Educador é o especialista em educação que usa seu conhecimento para formar e transmitir conhecimento; educacionista é o militante político que luta para que todos os habitantes do País tenham educadores competentes em escolas com a máxima qualidade.

O desenvolvimentismo e o socialismo de hoje consistem no educacionismo: assegurar a mesma chance para todos, por meio de uma revolução educacional no País. Esse é o caminho possível.

Mas faltam os educacionistas. Faltam os cidadãos, como foram os abolicionistas, capazes de se unir, independentes de sigla partidária, para defender que a revolução é necessária, possível, e que o caminho é a escola igual para todos. Mas como criar uma consciência
educacionista, quando o educacionismo nem está nos dicionários?

Talvez a culpa seja dos pobres dicionários, e não dos líderes sem imaginação que, há 50 anos, preferem defender o voto dos analfabetos a defender a erradicação do analfabetismo.

   * Professor da Universidade de Brasília, Senador pelo PDT / DF.



Comentários de Uma holandesa
janeiro 18, 2008, 12:56 pm
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Oi Chente!!!

Segue abaixo um texto hiperinteressante que como não tenho como citar uma fonte, pois o conheci através de um e-mail.

Mas é uma primorosa análise de um país maravilhoso, cujo povo é exaltado pela sua garra e que por curiosidade se chama Brasil.

Acredito muito nele e concordo em grande parte com o que este texto diz. Se for para ir a Europa para ser maltratada por um povo arrogante, que por ser velho mundo se acha o melhor mundo, prefiro conhecer as belezas deste país que se esforça em ganhar seus turistas.

                                       Deborah Clasen – Pedagoga Empresarial

‘Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil.

E realmente parece que é um vício falar mal do Brasil.

Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos.

Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não é nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo – ou de lavar as mãos – antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal – e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não- fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador. Em Paris , os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir para lá dar aulas de   como conquistar o cliente.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, emtodo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

O Brasil tem uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.

Os brasileiros são vítimas de vários crimes contra sua pátria, crenças, cultura, língua, etc…

Os brasileiros mais esclarecidos sabem que tem muitas razões para resgatar as raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atençào de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo,   com 650 mil novas habilitações a cada mês.

9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de   linhas instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. NoMéxico, tem apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos..

12. Por que nao se orgulhar em dizer que o mercado editorial de livros é 20% maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano.

13. Que o Brasil tem o mais moderno sistema bancário do planeta?

14. Que as agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

15 Por que não se fala que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

16. Por que não dizer que o Brasil é hoje a terceira maior democracia do mundo?

17. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

18. Por que não lembrar que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

19. Por que não se orgulhar de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos   sambando. É! O Brasil é um país abençoado de fato.

20. Que os brasileiros são considerados os maiores amantes do mundo, enquanto que os ingleses e os árabes são os piores?

21. Que os brasileiros tomam banho todos os dias, às vezes mais de um por dia enquanto que os europeus tomam em média um por semana? O país do mundo onde a Gessy Lever mais vende sabonetes é o Brasil.

Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendito este povo que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Por que o brasileiro tem a mania de só ser nacionalista e patriota durante a Copa do Mundo?

Se fossem assim todos os dias, vibrador como é durante a Copa, talvez, hoje o Brasil seria uma super potência…

Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!
 



Feliz Humor Novo!!!
dezembro 28, 2007, 6:04 pm
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© Mario Persona

Não importa quais os seus planos para o novo ano, não vou repetir o “Feliz Ano Novo” que você já recebeu de montão. O que desejo a você de verdade é um “Feliz Humor Novo”. Porque se tudo aquilo que você planejou para o novo ano der errado, tem uma coisa que ainda pode dar certo: o humor.

Você não ri quando vê o Gordo levar uma torta do Magro na cara? Ou quando o Gato se arrebenta na hora de pegar o Rato? Oras, lembre-se do quanto você riu dos dois ladrões de “Esqueceram de mim”! E eles só se lascaram, não foi?

Entendeu agora por que desejo a você um “Feliz Humor Novo”? É porque o bom humor é algo que depende mais de você do que dos outros ou das circunstâncias. E é uma das coisas que mais influenciam os outros e faz com que gostem de você.

Se há uma coisa que me tira do sério são pessoas que saem do sério por qualquer coisa. E quando digo que saem do sério, não é por ficarem risonhas e divertidas, muito pelo  contrário. Nessa nossa misteriosa língua portuguesa, na qual “pois não” quer dizer “sim” e
“pois sim” quer dizer “não”, sair do sério significa ficar mais sério ainda.

Sair do sério significa perder o senso de humor, que é outra palavra que pode significar mais de uma coisa. Além do humor ser a capacidade de rir da piada sem precisar que o outro explique, e um estado de espírito alternativo para encarar os reveses da vida,
humor é também o nome dado a alguns fluidos secretados pelo corpo, como a bile.

Quer dizer que quando vem aquele gosto amargo na boca, isso é humor? Pois é, eu também não entendi. Mas até que faz sentido, se você pensar que existe também o mau humor, que está para o bom humor assim como o mau colesterol está para o bom colesterol.

Só que aí as coisas funcionam ao contrário. Geralmente o mau colesterol você ganha quando está de bom humor, depois de comer aquela bela picanha bem gorda e tirar uma soneca de três horas na rede. E o bom colesterol? Troque a picanha por um suco de alfafa e vá malhar durante três horas. Depois tente sorrir.

Mas, independente do que você come, o bom humor pode ter o papel de um bom colesterol. Pessoas bem humoradas são mais ativas, felizes e positivas. Atacam menos o fígado — delas e dos outros — e não precisam tomar antidepressivo. Pelo menos essa é minha opinião, mas se você discordar e achar minha teoria uma piada, então ria.
Também vai funcionar.

Geralmente o humor exige uma vítima que nos faça sentir superiores. Sou palestrante e sei que o público mais difícil é aquele formado por pessoas muito sofisticadas, porque elas só riem se puderem se sentir superiores ou se acharem o palestrante um perfeito idiota. Nas minhas palestras elas sempre riem.

O humor ajuda em meu trabalho de escritor e palestrante por permitir criar situações que ajudam a assimilar a mensagem. Alguém já disse que fazer rir é uma excelente estratégia de ensino, por isso quando meus alunos estão rindo, eu aproveito as bocas abertas e enfio a informação diretamente em seus cérebros.

É fácil entender o poder do humor no aprendizado. Você seria capaz de repetir um texto que leu apenas uma vez há dez anos? Provavelmente não, a menos que seja uma piada. Você se lembra dela, inteirinha, do jeitinho que leu, não é mesmo? Então pode acrescentar ao seu dicionário mais um significado para a palavra humor: adesivo cerebral.

Sempre fiz uso do humor em minhas aulas. Às vezes eu brincava até enquanto os alunos faziam prova, para aliviar a tensão. Foi o que aconteceu um dia, quando eu disse brincando que os cientistas descobriram que o cabelo do topo de nossa cabeça arrepia quando agente faz o que é proibido. Para minha surpresa vários alunos passaram a mão na cabeça.


Mario Persona http://www.mariopersona.com.br é escritor, palestrante e
consultor de comunicação e marketing.



Comemorando 25 anos de casados…
dezembro 20, 2007, 5:45 pm
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O casal estava assistindo televisão, à noite.

O marido diz: – Posso saber por que você está emburrada desde que eu cheguei?

E, irada, a mulher responde: – Hoje completamos 25 anos de casados e estamos aqui, parados em frente a esta televisão…

– MEU DEUS! Eu estava tão atarefado que esqueci completamente! Perdoe, minha querida. Vá pôr seu melhor vestido de noite, que vamos sair! Você terá uma noite inesquecível, vou deixar você escolher aonde vamos hoje!

– Ah, querido, eu sabia que você não era um monstro insensível.

Na entrada do restaurante, o maitre, todo solícito:

– Prepare a mesa do Dr. Eduardo.

A mulher: -Parece que eles te conhecem bem por aqui, querido.

– Ah é!… Acho que eu vim aqui algumas vezes para almoçar com uns clientes.

Eles acabam de jantar e o marido propõe de irem a uma boate. Na entrada tem uma fila enorme. O marido meio sem jeito, mas querendo adiantar, diz à mulher que vai arranjar tudo dirigindo-se ao porteiro:

– Salve Zulu!!! Como vai essa força?

E o porteiro Zulu: – Tá muito bem, Dr. Eduardo. Pode ir entrando!

Dentro da boate, o dono vem falar com eles:

– Boa noite, Eduardo!

E diz, logo em seguida: – Liberem a mesa do Dr. Eduardo!

A mulher, desconfiada: – Você vem sempre aqui?

– Ah, não! O dono é um cliente da firma…

Uma vez na mesa, a garçonete vem e diz:

– O de sempre, Dr. Eduardo?

Enquanto isso, uma mulher que terminava um strip-tease em cima do palco grita:

 – E A CALCINHA, VAI PRÁ QUEM?!!!

A boate, em peso, responde:

-Edu galinha!!! Edu galinha!!! Edu galinha!!!

E vap!!!!!! Calcinha na cara do Eduardo!

A esposa, furiosa, sai da boate, o marido vai atrás e eles entram juntos num táxi. O marido tentando apaziguar as coisas:

– Querida, não vamos estragar esta noite maravilhosa, com certeza eles me confundiram com outro Eduardo…

– Você está pensando que eu sou alguma idiota? Canalha! Não me toque mais!!! Blá, blá, blá… Eu sou mesmo uma otária, blá blá blá… Seu grande FDP, blá, blá, blá…

Nisso, o motorista de táxi se vira e diz:

– Ô Dudu, dessa vez tu exagerou, meu chapa, além de feia, essa P. é chata pra cacete.

Quer que coloque a quenga pra fora do carro?

Fonte: Largado em Guarapari



The Machine Girl
dezembro 17, 2007, 1:47 pm
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Vejam este trailler e tirem suas conclusões…

Acho que é muita imaginação vinda do oriente. 



Dado Villa-Lobos
dezembro 14, 2007, 5:55 pm
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Oi povo!!!

Tenho uma amiga de faculdade que é muito fã do querido Dado Villa-Lobos e me passou a informação que o fã-clube está com um site novo.

Fã Clube Oficial Dado Villa-Lobos

Como eu também tenho uma dívida com o Dado (a banda ajudou a construir minha singularidade) estou divulgando o site aqui em meu Blog.

Força Dado!!!